Associação cultural, criativa e artística da Madeira
Sobre
O MOVE nasceu, há pouco mais de uma década, pela vontade de antigos alunos de artes da Universidade da Madeira (UMa) em dinamizar a cultura na cidade, através de diversas ações culturais, com o intuito de promover a intervenção e reflexão da obra no espaço urbano.
Filipa Jasmins Freitas e Fábio Teles foram os responsáveis pelo desenvolvimento do projeto, então apresentado como “Movimento de Vontade de Expressão”, que visou desafiar os criativos das diversas áreas de expressão artística a congregar ideias e projetos, fomentando a produção do trabalho artístico independente, tornando-o acessível ao público através do estabelecimento de uma relação direta entre a prática artística e a sua fruição.
Enquanto agentes culturais, consideravam premente e determinante a dinamização cultural urbana através de novas abordagens contemporâneas e diversificadas com enfoque na produção artística regional, valorizando-a e validando-a, como também impulsionar a sua abertura para novos mercados artísticos emergentes, nacionais e internacionais.
2008
O movimento estreia-se com uma aparição pública inserida no âmbito das Comemorações dos 500 Anos da Cidade do Funchal, juntamente com a Edicarte, onde debuta publicamente, na placa central da Avenida Arriaga, por um período de 30 dias, as instalações intituladas “Stop”, da autoria de Filipa Freitas; “Labirinto”, de Sofia Fernandes; e “Espelhos”, de Filipe António.
2010
Com o seu conceito solidificado, o MOVE organiza uma exposição coletiva, patente no Colégio dos Jesuítas – Reitoria da UMa, que reuniu 13 jovens artistas regionais, numa simbiose de trabalhos que diversificaram entre a pintura, a escultura e instalação.
2013
A convite da Edicarte, da Câmara Municipal do Funchal e da Universidade da Madeira, o MOVE inicia uma parceria com o intuito de desenvolver um conceito para a organização de uma mostra pública de arte a ser inserida nas Festas da Cultura do Funchal. O evento contou com a participação de diversos artistas que, numa manhã, desenvolveram a prática artística ao vivo, tendo sido criado um momento único e poucas vezes observado no contexto regional: a produção e fruição da obra em simultâneo.
2015
Em parceria com a NOS Summer Opening 2015, o MOVE promove, no Parque de Santa Catarina, o Concurso de Instalação Criativa que envolveu artistas de diversas áreas interventivas. Tratou-se de um projeto piloto de inovação urbana, que visou capacitar pessoas criativas a gerar soluções, projetos inovadores que transformassem e potenciassem espaços e parques na Cidade do Funchal.
2020
O MOVE deixa de ser um movimento e passa a Associação, adotando a denominação MOVE – Associação Cultural, Criativa e Artística da Madeira.
Uma associação sem fins lucrativos que tem como objecto principal a criação, divulgação de projetos criativos e de eventos destinados à valorização da expressão criativa e do património material e imaterial.
Tem como membros fundadores diversas pessoas ligadas de forma profissional e académica às mais variadas formas de arte na Região Autónoma da Madeira, desde a dança passando pelas artes criativas como a pintura e escultura, até à direção de artistas ligados ao teatro e a intervenções no espaço público, associadas ao cartaz turístico da Madeira.
A MOVE tem o objetivo claro desenvolver, ao longo destes 4 anos e até 2024, protocolos com polos criativos e sociais bem como com as Câmaras Municipais da região, com o intuito de desenvolver projetos que potenciem o talento criativo e a Cultura das cidades e vilas da nossa região.
2022
A MOVE inicia um protocolo com a Secretaria Regional da Cultura, de forma a desenvolver o projeto ARTWALK, que na primeira edição irá contar com a homenagem ao escultor / criativo Maruricio Fernandes.
Esta esposição | Instalação Itenerante conta com a participação de vários artistas regionais, convidados , a desenvolver uma peça para homenagear Mauricio Fernandes.
ARTWALK – Irá percorrer 8 concelhos da Região Autonoma da Madeira até 31 de Dezembro de 2023
2023
Tivemos um ano com 2 apresentações distintas, a primeira aconteceu durante 1 mês, entre 28 de abril e 28 de maio, intitulada Flowers of war com direção criativa de Filipa Jasmins Freitas. Flowers of War foi uma instalação que integrou as festividade da Festa da Flor do Concelho de Santa Cruz.
Colours in The Dark foi o 2º projeto de produção da MOVE e tambem com direção criativa de Filipa Jasmins Freitas. Esta foi a 1ª Mostra de Instalações artisticas_Funchal 2023 que aconteceu entre os dias 25, 26 e 27 de agosto nos Jardins da Quinta Mágnólia.
2024
Este ano contou com dois projetos em apresentação ao publico, Light Garden – uma instalação de luz com direção de Filipa Jasmins Freitas no Concelho de Santa Cruz aquando da celebração do Sancta Cruz em flor que contou com a apresentação de projetos diversos de vários artistas plásticos.
Recycle ME foi o 2º projeto de produção da MOVE e tambem com direção criativa de Filipa Jasmins Freitas. Esta Exposição contou com a presença de vários artistas madeirenses como Evangelina Sirgado de Sousa e de Fátima Spinola e ainda a participação de intervenções de alunos de multimedia das Escolas Secundárias da Francisco Franco e Apel. Recycle ME aconteceu entre 25 de Outubro e 3 de Novembro nos Jardins da Quinta Mágnólia. e contou com o apoio da D’Gartes, Secretaria Regional do Turismo e Cultura, Câmara Municiapl do Funchal.
Galeria
Funchal, 2008 – Comemoração 500 anos – Instalação “Visões”
Eduardo Jesus visitou primeira mostra de instalações artísticas promovida pela Associação Move e que tem direcção artística de Filipa Jasmins Freitas
“Colours in the Dark” está a fazer “história na oferta cultural da Madeira”. O Secretário Regional de Turismo e Cultura, Eduardo Jesus, presente na inauguração da 1ª Mostra de Instalações Artísticas – Funchal 2023, promovida pela Associação Move com conceito e direção artística de Filipa Jasmins Freitas enalteceu “a qualidade e dinâmica” da nova proposta artística que abriu na última sexta e que decorre até este domingo, entre as 20 e as 00 horas, com entrada livre, nos jardins da Quinta Magnólia.
“Colours in the Dark” é um projeto em forma de mostra, com várias instalações de um coletivo de vários artistas plásticos e de vídeo e a sua ligação com a luz e a sombra. Foi criada para mostrar novas formas de apresentar instalações de grande formato destinadas à valorização e fruição da expressão plástica.
A mostra é constituída por cinco áreas de exposição e de instalações artísticas distintas, que surgem depois num todo de composição visual no espaço, brincando com a escala e a quietude do lugar onde se destaca a beleza da natureza usando a luz e diferentes formas de representação. Segundo refere a organização: “os artistas irão desenvolver os seus trabalhos, numa perspetiva de interação com o público, desenvolvendo competências na área tecnológica de forma a captar a participação e atenção dos visitantes, para uma nova forma de apresentação de arte no espaço público”.
O Secretário Regional de Turismo e Cultura começou por sublinhar “a inovação que representa este projeto”. Eduardo Jesus enalteceu o conceito trazido pela Associação Move à Quinta Magnólia que permite que no horário noturno se possa apreciar instalações artísticas de uma forma diferente do habitual “neste espaço que é magnífico e que é se presta a tantas manifestações”, acrescentando que, “nunca tinha acolhido nada igual a esta mostra”. Eduardo Jesus felicitou a Associação Move e Filipa Jasmins Freitas “pelo arrojo, pela coragem e, acima de tudo, pela determinação” e também a todos os artistas associados: Hernando Urrutia, Evangelina Sirgado de Sousa, Diana Serrão, projeto Glitch, aos alunos do programa videográfico da Licenciatura em Artes Visuais da Universidade da Madeira que trouxeram os seus trabalhos numa curadoria de Pau Pascual, e aos músicos presentes (Generis, Dreaming of a Landscape e vários DJ’s). “Estão, sem dúvida, a fazer história na oferta cultural da Madeira e eu sinto-me particularmente feliz por acompanhar este vosso percurso”, sublinhou.
Na ocasião, Filipa Jasmins Freitas aproveitou para agradecer às entidades que apoiam o projeto, nomeadamente a Secretaria Regional de Turismo e Cultura, a Câmara Municipal do Funchal e a Junta de Freguesia de São Martinho (apoio financeiros), a PATRIRAM, a Quinta Magnólia – Centro Cultural e a Delta Som (apoio logístico), e aos artistas que se associaram. “Que seja a primeira de muitas mostras”, disse ainda a diretora artística do projeto.
“Colours in The Dark” conta também com pequenos concertos e performances de vários artistas regionais. Na noite de sexta-feira atuou a banda Generis, ontem foi a vez dos Dreaming of a Landscape e hoje serão privilegiados os sons mais “chill out” com a presença de vários DJ’s.
A MOVE é uma associação cultural sem fins lucrativos dedicada à dinamização e integração, de espaços e públicos, através da arte. Surgiu em 2008, como movimento artístico, e pela vontade de antigos alunos de artes da Universidade da Madeira, em dinamizar a cultura na cidade, através de diversas ações culturais, com o intuito de promover a intervenção e reflexão da obra no espaço urbano, catalisando expressões artísticas e contemporâneas. Nos últimos anos têm realizado diversos projetos pela ilha.
DGARTES: APENAS DOIS PROJETOS ARTÍSTICOS DA MADEIRA PROPOSTOS PARA APOIO NA ÁREA DA CRIAÇÃO
Redação/Lusa
A Direção-Geral das Artes (DGArtes) propõe atribuir financiamento a 210 candidaturas no Programa de Apoio a Projetos, na área da Criação, ou seja, um quarto dos 833 projetos que se candidataram, segundo os resultados provisórios divulgados esta segunda-feira.
Conforme referiu a DGArtes em comunicado, o financiamento estende-se a todas as regiões, prevendo-se o apoio a 76 projetos na Área Metropolitana de Lisboa, 65 no Norte, 49 no Centro, oito no Algarve, sete no Alentejo, três na Região Autónoma dos Açores e dois na Região Autónoma da Madeira. As candidaturas regionais propostas para apoios são ‘Livrai-nos da Guerra’ da associação Refrão Protagonista e ‘Festival da Luz – Colours in the Dark’ da associação Move.
A mesma fonte explica que 210 projetos artísticos são propostos para apoio, com um montante global de 5,25 milhões de euros e que cada um receberá um financiamento individual até 55.000 euros.
No entanto, a DGArtes reconhece também que houve um “aumento significativo do número de candidaturas neste concurso”, totalizando 833, o que significa que ficam de fora 623 candidaturas.
Dos 5,25 milhões de euros disponíveis, quatro milhões de euros destinam-se ao apoio a 160 projetos de artes performativas, nomeadamente na música (48), no teatro (43), na dança (14), na ópera (5) e nas artes circenses (4).
Na área de cruzamento disciplinar serão apoiados 44 projetos e nas artes de rua dois projetos.
Os restantes 1,25 milhões de euros destinam-se a 50 projetos nas áreas visuais, dos quais 35 de artes plásticas, cinco de novos media, cinco de fotografia, três de arquitetura e dois de design.
Os concursos de apoios a projetos – que contemplam programação, internacionalização, criação e procedimento simplificado – abriram a 29 de dezembro de 2022 e encerraram em fevereiro passado, com uma dotação total de 9,2 milhões de euros.
Na sexta-feira, a Plateia – Associação de Profissionais das Artes Cénicas criticou os atrasos da DGArtes em divulgar os resultados, considerando-os “incomportáveis” e que põem em causa a execução de projetos.
“Os atrasos na abertura e na divulgação de resultados dos concursos de Apoio às Artes pela DGArtes tornaram-se um problema crónico, que coloca em causa a execução dos projetos e suas atividades, defrauda expectativas dos candidatos e ameaça postos de trabalho”, referiu a associação em comunicado.
O prazo para apresentação de candidaturas terminou em 03 de fevereiro, estando os resultados a ser divulgados quando já se entrou no período de execução dos projetos, que é de 01 de junho de 2023 a 30 de novembro de 2024.
Na área do Procedimento Simplificado os resultados apontam para um apoio a 124 projetos artísticos, deixando de fora 240 candidaturas elegíveis, por se ter esgotado o montante global de 600 mil euros.
Na área da Programação, com 2,5 milhões de euros, foram propostas para apoio 92 candidaturas de um total de 383 consideradas válidas, o que representa um quarto dos concorrentes.
Em maio, a DGArtes divulgou os resultados na área da Internacionalização, que tinha 900 mil euros de dotação e abrangeu 80 candidaturas, menos de metade de um total de 176.
Quinta Magnólia 1.ª Mostra de Instalações Artísticas Funchal 2023 a 25 de Agosto
No próximo dia 25 de Agosto, pelas 20h30, é inaugurada a 1ª Mostra de Instalações Artísticas Funchal 2023, Colours in the Dark, que terá lugar nos Jardins da Quinta Magnólia.
‘Colours in the Dark’ é um projecto em forma de mostra, com várias instalações de um colectivo de diferentes artistas plásticos e de vídeo e a sua ligação com a luz e a sombra, que pretendem dar a conhecer “novas formas de apresentar instalações de grande formato destinadas à valorização e fruição da expressão plástica”.
Esta mostra é constituída por cinco áreas de exposição e de instalações artísticas, que surgem depois num todo de composição visual no espaço, “brincando com a escala e a quietude do lugar onde se irá destacar a beleza da natureza usando a luz e diferentes formas de representação”, refere a organização na sua página de Facebook.
Os artistas convidados a participarem nesta mostra são: Hernando Urrutia, Evangelina Sirgado de Sousa, Diana Serrão, Filipa Jasmins Freitas e o projecto Glitch.
Foram também convidados a participar nesta primeira mostra os alunos do programa videográfico da Licenciatura em Artes Visuais DAD, da Universidade da Madeira, com curadoria do professor doutor Pau Pascual. São curtas-metragens e exercícios videográficos selevcionados e produzidos nas disciplinas de Vídeo.
‘Colours in The Dark’ acontecerá durante três dias, de 25 a 27 de Agosto, e contará ainda com pequenos concertos e performances de vários artistas regionais.
No dia 25 de Agosto, há actuação ao vivo da banda Generis. Já a 26 estarão nos jardins da Quinta Mágnolia os Dreaming of a Landscape. Por último, np dia 27 de Agosto, exsitirá área com os sons mais “chill out”, com a presença de vários DJ’s.
Todos as actuacções acontecem sempre entre as 20 e as 23 horas.
DNoticias – Projeto Flowers of War – Direção Criativa de Filipa Jasmins FreitasDNoticias – Projeto Flowers of War – Direção Criativa Filipa Jasmins FreitasDNoticias – Exposição ARTWALK – Direção Artística de Sofia FernandesJMadeira 03/07/2022Projeto VISÔES – Direção Artistica de Filipa Jasmins FreitasCartaz Exposição Inaugural MOVEExposição Inaugural MOVE
Projetos
Colours In The Dark – 2ª Edição
A mostra de light and video art está prevista decorrer entre os dias 1 e 2 de outubro de 2026, diariamente entre as 19h00 e as 22h30, nos Jardins de Santa Luzia.
Programação
1 de outubro (quinta-feira)
14h30 – Tertúlia – Criação Contemporânea e Inteligência Artificial
Local: Anfiteatro Escola da Apel (a entrada deverá ser feita pela rua do Til)
Marta Cília – Antena 1 Madeira – Programa “Hora 10”
Filipe António – Docente de Artes Visuais na Escola da APEL e Músico;
Hernando Urrutia – criador/artista, curador e professor universitário
Inês Costa Neves – Associação Infinito
Alunos de Artes Plásticas e Multimédia da Escola da APEL, plateia;
19h45 – Inauguração oficial das instalações artísticas
20h15 – Performence de dança dos alunos da Artísca – Estúdio de Artes Performativas
20h30 – Silent Movies – Os Demónios do Meu Avô (2023) é um filme de animação ibérico realizado por Nuno Beato. Primeira longa-metragem portuguesa utilizando a tecnica stop motion. (90 minutos)
22h30 – Encerramento
2 de outubro (sexta-feira)
21h00 – Concerto Fábrica Anônima;
22h30 – Encerramento
Planta do Recinto
Folha de Sala – INSTALAÇÕES ARTÍSTICAS | ART INSTALATION
INSTALAÇÃO1 – TORRE CHAMINÉ (ver planta)
HERNANDO URRUTIA
Título da obra (intervenção-instalação): olhAR-TE MAIS ALÉM D’ÁGUA
Pais – Portugal
Ano 2026 (terminada em setembro de 2026)
HERNANDO URRUTIA – Doutor em Média-Arte Digital (UAb/UAlg). Professor da Licenciatura em Multimédia e Artes, Short Master em Digital Media Arts, Mestrado em Inovação em Educação, e Mestrado em Média Arte Digital no DAMG-UPT;
Investigador no CIAUD-UPT e CIAC. Diretor do Comité Científico do COLÓQUIO IMAGE PLAY;
Membro do Comité Científico e Artístico e Presidente da Secção de Arte Vídeo da ARTECH INTERNATIONAL — Conferência Internacional sobre Artes Digitais e Interativas;
Membro do Conselho Científico de ARTeFACTo – International Conference on Digital Creation in Arts, Media and Technology. Membro do Conselho Científico (Revisor de pares cegos) das Revistas: ROTURA – Revista de Comunicação, Cultura e Artes (CIAC) e VISTA – Revista Científica de Cultura Visual e Artes Digitais (CECS).
Membro do Conselho Editorial da DIALÉTICA; Presidente do Conselho de Administração da + ART CONTEMPORARY;
Diretor e Curador da FX DIGITAL ART – Mostra Internacional de Arte Digital no Espaço Público; IMAGE PLAY International Video Art Festival (Portugal);
EXPERIMENTA (Portugal); TRANSGRESSION art + technology, nos seus programas Bi-anuais P1, PR2 e LAPP3 (Portuga), etc. Curador em mais de 60 projetos desde 1996: THE WRONG BIENNALE (Espanha);
META-MORFO (Brasil); META-MORPHOSIS digital (Portugal); DIGITALAB (Portugal), IBRIDA – Festival Delle Arti Intermediali (Itália), LANDSCAPE (Itália), Ukrainian Biennale of Digital and Media Art , A/R/Tográfica – Muestra Internacional de Videonarración (Espanha), OVER THE REAL – International Video & Multimedia Art Festival (Itália), entre muitas outras.
Mais de 360 distinções, 10 prémios, 4 residências artísticas, mais de 600 exibições coletivas e 20 exposições individuais em 48 países. Representado em mais de 260 importantes Coleções Públicas em diversas Instituições, Fundações, Museus e Galerias e em mais de 180 Coleções Privadas.
Sinopse olhAR-TE MAIS ALÉM D’ÁGUA
O projeto «olhAR-TE MAIS ALÉM D’ÁGUA» centra-se no olhar para além do que é visível, quando observamos a partir do âmbito da memória, tendo a água como elemento de conexão entre os diferentes estratos da memória — o passado — e a sua articulação com o presente e o futuro. Na ação de dirigir o olhar para o outro e para nós próprios, a partir do interior, o projeto constitui um apelo à transformação e à mudança de atitude perante as alterações climáticas e a contaminação da água, intensificada pelos processos de industrialização.
«olhAR-TE MAIS ALÉM D’ÁGUA» estabelece um diálogo entre a memória e o deslocamento do olhar, no momento em que a imagem é ativada enquanto ação. Constitui uma forma de comunicação visual que estabelece um diálogo direto com o que se encontra para além da memória, com aquilo que permanece no fundo do nosso inconsciente. É um fluir através de elementos de ligação entre o mar e o carvão, enquanto matéria associada ao início da industrialização, estabelecendo uma conexão com um período que permanece no fundo das nossas lembranças, como memória de elementos que penetram os mecanismos de retenção e construção das narrativas.
Esses elementos, através das suas metamorfoses, transformam-se a partir de uma dimensão associada à melancolia, enquanto sentimento e narrativa livre, até ao processo industrializado que se desenvolve no contexto da emergência do carvão como dinamizador da industrialização e, consequentemente, no contexto do início das transformações climáticas de origem antropogénica.
Através do filtro do âmbito digital e da transformação algorítmica dos processos narrativos, o projeto propõe uma visão que permite a transgressão e a transformação das relações entre humano, máquina, tempo e espaço. Os elementos são orientados para uma memória seletiva, na qual o ser humano emerge da zona mais submersa da memória, sendo simultaneamente reconfigurado no campo digital através de um processo contínuo de metamorfose.
Evangelina Sirgado de Sousa, nasceu em 1952, no Funchal, Ilha da Madeira, onde reside. Licenciada em Escultura pela Academia de Música e Belas Artes da Madeira (1975). Pós graduação e Mestrado em Computer Visualisation and Animation, Bournemouth University, U.K. (1992, como Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian). Prática docente: Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira(1976/91); National Centre for Computer Animation, Bournemouth University, U.K. (1992/98);Universidade da Madeira, Departamento de Arte e Design (2001/11). Pesquisa, experimentação plástica e exposições (RESUMO) ; Fotografia (desde 1976); Fotografia comtratamento e composição digital (desde 1985); Síntese e animação de imagem por Computador (desde1985). Expõe individual e coletivamente desde 1976.
Individuais: “…da luz natural”, Galeria Tratuário, Funchal, 2025; “Coisa Simples (com Sol)”, Solar do Ribeirinho, Machico, 2023; “Impermanência”, Centro Cultural Anjos Teixeira, Funchal, 2021; “FOLIUM”, 2021, e “Da Cor e da Luz”, 2019, Quinta do Revoredo, Santa Cruz; “Dois Mundos”, Funchal, 2008; “Exposição em San Diego”, Casa da Madeira, San Diego, 1991 ̧“Imagem Digital II”, Funchal, 1991; “Imagem Digital I”, Funchal, 1986.
Coletivas (resumo): “Computer Art”, ISAPM, Madeira, 1985; “I Bienal dos Açores e Atlântico” Ponta Delgada, Açores, 1985; “Dezassete Graus Oeste”, Galeria Altamira, Lisboa, 1986; “MARCA/Madeira”, Galeria Quetzal, Funchal, 1987; SIGGRAPH 95, Los Angeles, 1995; Prix Pixel – INA Imagina’95, Monte Carlo, 1995; SIN – Sydney Intermedia Network Inc, Sydney, 1996; What is Watt, 2002-2003-2006-2007-2024; “Horizonte Móvel”, Funchal, 2008; “(en)code”, Casa das Mudas, Calheta, Ilha da Madeira, 2010; “Bring Your Own Beamer Event”, Co-Lab, Bournemouth University, 2014; “Labirinto da Memória”, Funchal, 2013; “Ao Nível do Olhar”, Santa Cruz, 2019; “Colours in the Dark”, Quinta Magnólia, Funchal, 2023; “reNascimento”, CCIF, Funchal, 2023; “ao sol da manhã. As mãos”, Galeria de Arte Francisco Franco, Funchal, 2024-25.
Outras atividades (RESUMO) Prémio Revelação na I Bienal dos Açores e Atlântico, 1985; 2o lugar na categoria de Arte no Prix Pixel – INA Imagina’95, Monte Carlo, 1995; 2o Prémio na competição “Prémio de Artes Plásticas da Cidade do Funchal”, 2006; Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian para Pós graduação e Mestrado em Computer Visualization and Animation, Bournemouth University, Uk, 1990/92; Trabalhos de animação “Just Water”, “Fields” e 3 Exercises on Landscapes” presentes em festivais de animação em França, Monte Carlo e Austrália, 1995/6; Bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia para trabalhos de investigação, 2010/14; Participou em conferências e colóquios nacionais e internacionais, na sua área de investigação. Publicações: “Visions of Sound and Colour: Generating Visuals and Sound from a Source Photographic Image”, Inter-Disciplinary Press, Oxford, 2015; “Encoded Thoughts: Writing Code as an Art Practice”, Springer, 2013; “Adventure of a Simple Circle (in the jungle of my mind)”, Bridges 2011; “Nuvem Única ( …e aquela mancha de cor lá no fundo da levada)“,
Sinopse – LEVADA … e outras águas
Ao percorrer uma levada nas serras da Madeira, as situações sucedem-se, para quem olha e vê: o sol coado pelas copas das árvores, iluminando as folhas coloridas que brincam entre as águas, jogos lúdicos de sombras e reflexos, águas calmas, espelhando o céu, águas revoltas e perturbadas, brincando com as cores do fundo. Os passos silenciosos sobre o musgo, o cheiro da floresta húmida e fresca, o cantar das águas e dos pássaros que nos acompanham, fadas, gnomos, coisas vistas, sonhadas ou – quem sabe? – ver o que se quer ver, uma realidade que pode ser o que se quiser que seja.
Este é um tema recorrente no meu trabalho. Avanço agora mais fundo numa exploração plástica pensada e amadurecida, e apenas possível com os meios e técnicas que nos vão sendo disponibilizados pelo mais recente software de visualização e animação 3D, acompanhando os voos da tecnologia. Uma aventura sem fim.
INSTALAÇÃO 3 – ZONA DO LAGO (ver planta)
ESCOLA DA APEL (Projeto desenvolvido por alunos de Turmas 10º E, 12º E e TM2 com coordenação do professor Filipe António)
Título da Exposição/Instalação: Colors in the Dark
Tema Central: A utilização da inteligência artificial (IA) no processo artístico e criativo
Tipologia: Instalação artística multimédia / Arte generativa
Entidade / Instituição: Escola da APEL (Funchal, Madeira)
Participantes: Turmas 10º E, 12º E e TM2
Data / Local: 01 e 02 de Outubro de 2026 / Jardim de Santa Luzia (Funchal)
Enquadramento e Conceito A " cor" surge como a manifestação visível do diálogo entre os estudantes e a máquina. A obra não procura substituir o gesto humano pela automação, mas sim investigar a IA como uma ferramenta de amplificação da imaginação, atuando como um coautor algorítmico capaz de processar referências, formas e sentimentos para revelá-los em novas linguagens visuais.
Intervenção das Turmas e Metodologia
Turmas 10º E e 12º E (Artes Visuais) e Turma TM2 (Curso Profissional de Técnico de Multimédia) Responsáveis pela conceptualização estética, pela curadoria de dados e pela criação de prompts poéticos e visuais baseados na teoria da cor e na história da arte. Os alunos atuaram na exploração e seleção das formas e paletas geradas pelo espaço latente da IA, e pelo suporte tecnológico, pós-processamento digital, e desenvolvimento de linguagens plásticas com recurso a técnicas de desenho e pintura.
Fases do Processo Criativo:
1. Curadoria de Dados e Prompts (Entrada): Construção da base conceitual utilizando linguagem natural como pincel primário para definir vetores visuais.
2. Processamento Generativo e Iteração (Processo): Utilização de modelos de inteligência artificial generativa (imagem) para explorar o espaço latente, com filtragem contínua e mediação crítica dos alunos. Desenvolvimento das ideias recorrendo a técnicas gráficas do desenho digital, desenho e pintura.
3. Pós-Processamento e Montagem Espacial (Saída): Tratamento técnico e adaptação dos elementos gerados pelas turmas para garantir a coerência estética e o impacto imersivo. Montagem das imagens criadas nos cubos.
4. Considerações Finais e Impacto A participação das turmas 10º E, 12º E e TM2 da Escola da APEL em Colors in the Dark permitiu problematizar o papel da inteligência artificial no ecossistema artístico contemporâneo e no ensino técnico/artístico. A obra demonstra que a IA não elimina a subjetividade humana; pelo contrário, exige um rigor conceptual acrescido e articulação técnica interdisciplinar.
Sinopse da Peça Escultórica:
Ecos de Luz na Paisagem
1. Âmbito da Exposição e Enquadramento Conceitual A instalação insere-se no âmbito da exposição Colors in the Dark, apresentada como uma reflexão sobre a interseção entre o pensamento humanista clássico, a expressão musical contemporânea e o papel emergente da Inteligência Artificial (IA) no ecossistema criativo. A peça escultórica central traduz o encontro entre a física do espaço, o rigor da geometria sagrada e a fluidez do imaginário poético e plástico dos estudantes.
A Geometria Clássica e a Simbologia Espacial
A estrutura da obra sustenta-se na presença de três cubos monolíticos. A escolha da forma cúbica e do quadrado não é meramente formal; remete diretamente ao ideário renascentista de ordem, proporção e equilíbrio do
Homem Vitruviano:
O Cubo e o Quadrado: Representam a matéria, a estabilidade terrestre e o rigor da razão humana.
A Circunferência e o Círculo: Recortadas nas faces de cada cubo, a circunferência simboliza o cosmos, o infinito, o divino e a continuidade da vida.
O encaixe do círculo no quadrado resgata a antiga busca pela "quadratura do círculo", servindo como uma metáfora visual para a união entre a terra (o tangível) e o universo (o intangível), unificados pela mediação da luz.
O Processo Criativo: Da Música à Inteligência Artificial
A narrativa visual das ilustrações expostas nas circunferências de cada cubo nasce da transposição lírica e estética de um objeto sonoro específico: a música "Paisagem", da banda Fábrica Anónima, disponível no SPOTIFY
[Letra da Música: "Paisagem"] ➔ [Prompts e Linguagem Pop Art (IA)] ➔
[Interpretação e Pintura do Aluno] ➔ [Efeito Vitral Projetado]
O Papel da Inteligência Artificial como Catalisador
1. Cruzamento de Linguagens (A/V + IA): Os alunos iniciaram o processo criativo alimentando modelos de IA generativa com excertos líricos e poéticos da canção "Paisagem", combinando-os com parâmetros estéticos da Pop Art (cores saturadas, contornos marcados e contrastes vibrantes).
2. Exploração do Espaço Latente: A IA atuou como uma ferramenta de brainstorming plástico, gerando composições visuais que exploravam a saturação cromática e a desconstrução da paisagem tradicional.
3. Apropriação e Execução Humana: O resultado gerado pela máquina não constituiu o fim da obra. Inspirados pelas imagens algorítmicas, os estudantes reinterpretarão e criaram as suas próprias ilustrações originais, garantindo que o gesto, o discernimento crítico e a sensibilidade humana sobressaíssem sobre a tecnologia.
A Experiência do Espaço: O Efeito "Vitral" na Penumbra A escolha do efeito vitral estabelece uma ponte direta entre a tradição sacra mediévica/renascentista e a arte imersiva contemporânea. À medida que o foco de iluminação interno de cada cubo se acende, a estrutura negra e rasteira deixa de ser um mero bloco opaco. A luz atravessa as ilustrações elaboradas pelos alunos, transformando a penumbra do jardim num ambiente imersivo onde as cores saturadas e os contornos da Pop Art são projetados.
INSTALAÇÃO 4 – Parede do Lago (VER PLANTA)
VÍDEO PROJECTS – INTERNACIONAL OPEN CALL (PROPOSTAS FINALISTAS)
FICHA TÉCNICA:
ORGANIZAÇÃO | PRODUÇÃO: MOVE – ASSOCIAÇÃO CULTURAL, CRIATIVA E ARTÍSTICA DA MADEIRA
DIREÇÃO CRIATIVA: FILIPA JASMINS FREITAS
INSTALAÇÕES ARTÍSTICAS | ART INSTALATIONS
EVANGELINA SIRGADO DE SOUSA
HERNANDO URRUTIA
ESCOLA DA APEL (Projeto desenvolvido por alunos de AP com coordenação do professor Filipe António)
VÍDEO PROJECTS – INTERNACIONAL OPEN CALL (PROPOSTAS FINALISTAS 2025)
ESPAÇO TERTÚLIA – “Criação Contemporânea e Inteligência Artificial”
Escola da APEL
APCA – Associação de Promoção da Cultura Atlântica
RTP Madeira – RTPAntena1 Madeira
MÚSICA AO VIVO | LIVE MUSIC
FÁBRICA ANÓNIMA
APOIOS FINANCEIROS:
S.R.T.A.C – D.R.C.
C.M.F
JUNTA DE FREGUESIA DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA
MEDIA PARTNERS:
RTP – RDP MADEIRA
PARCEIROS:
ESCOLA DA APEL
APCA – Associação de Promoção da Cultura Atlântica
DELTA SOM
VERSÁTIL & HAPPY
SILENT BEATS
LOGISTIC OF SOUND
Recycle ME
RECYCLE ME SPOT PUBLICITÁRIO
Direção Criativa – Filipa Jasmins Freitas
Co-criação – Elder Abreu
Produção Audiovisual e Identidade Visual – Saúl Caires | Vinco Films
Produção – MOVE – Associação Cultural Criativa e Artística da Madeira
Recycle ME tem como objetivo principal sensibilizar para as consequências do comportamento humano, tanto por ações quanto por palavras. Através do impacto gerado pelo tamanho da peça e pela exposição em espaços públicos, procuramos contribuir para uma reflexão crítica sobre a urgência da crise climática, adotando a criação artística numa perspetiva ativista e de responsabilidade social que está subjacente ao conceito da obra. Recycle ME é uma instalação que combina diversas formas de expressão.
O Projeto de Instalação “Recycle Me” tem como objetivo adicional estimular a diversidade cultural, promovendo projetos artísticos de criadores e intérpretes com distintos perfis e origens.
Além da sua principal missão de sensibilização ambiental, o Recycle Me procura criar uma plataforma inclusiva para artistas de diversas origens, proporcionando uma expressão cultural rica e variada. Ao fomentar a participação de criativos com diferentes perspetivas e experiências, o projeto visa enriquecer a narrativa artística e promover a compreensão intercultural, pois trata-se também de uma temática global.
Filipa Jasmins Freitas: Nasceu em 1976, no Funchal, Ilha da Madeira, onde reside atualmente. Licenciada em Artes Plásticas – variante Pintura, pré Bolonha, pela Universidade da Madeira. Desde então aperfeiçoou o conhecimento académico com a conclusão de várias formações na área de comunicação cultural, financiamento de projetos culturais e também em marketing digital. Em todo o percurso profissional, que iniciou no ano de 2001, esteve sempre ligada à criação principalmente na direção criativa, produção e de Marketing, nas várias instituições e empresas por onde passou.
Em paralelo, nas funções que desempenha na área profissional, tem vindo a desenvolver e a colaborar ao longo dos anos, com diversos artistas em vários projetos de criação e de produção ligados ao teatro, à música e a outras áreas da criação como a decoração, animação e produção de eventos culturais.
Como fundadora da MOVE Associação Cultural, Criativa e Artística da Madeira, em 2020, faz parte integrante da direção e desempenha funções de gestora de projetos culturais.
Intervenção Artística na Instalação:
Artistas plásticos
Evangelina Sirgado de Sousa
Fátima Spínola
Escolas Secundárias_ Agrupamento das Artes e Multimédia
Glitch Visual Artists UMa – Departamento de Arte e Design – Coordenação Pascual Galbis com trabalhos de alunos da Licenciatura em Artes Visuais DAD
Apoio Financeiro SRTC – Direção Regional da Cultura Câmara Municipal do Funchal Junta de Freguesia de S. Martinho
Parceiros Logísticos PATRIRAM Quinta Magnólia – Centro Cultural Delta Som – Eventos e Audiovisuais
CONCEITO Este projeto em forma demostra, com várias Instalações de um coletivo de vários artistas plásticos e de vídeo e a sua ligação com a luz e a sombra. Colours in the Dark é criada para mostrar novas formas de apresentar instalações de grande formato destinadas à valorização e fruição da expressão plástica.
O QUE É É uma mostra de Instalações artísticas de Luz e Vídeo de um coletivo de artistas que irá decorrer durante três dias, no espaço público.
OBJECTIVOS Promover os artistas regionais e dinamizar projetos artísticos na Região da Madeira. Contribuir para a afirmação do Funchal como cidade das artes na região, estabelecendo oportunidades de fruição da população para novas formas artísticas. Dinamizar o espaço público, diferenciar a oferta cultural no que se refere às artes performativas e visuais. Trata-se da ocupação de um espaço público com árvores e jardins onde serão criadas zonas específicas com instalações e performances. É um projeto constituído por 5 áreas, de exposição e de instalações artísticas distintas, que surgem depois num todo de composição visual no espaço, brincando com a escala e a quietude do lugar onde se irá destacar a beleza da natureza usando a luz e diferentes formas de representação. Os artistas convidados a participarem nesta mostra tem um percurso artístico diversificado. Hernando Urrutia, Evangelina Sirgado de Sousa, Diana Serrão e Filipa Jasmins Freitas e Glitch Visual Artists, artistas que irão desenvolver os seus trabalhos, numa perspetiva de interação com o público, desenvolvendo competências na área tecnológica de forma a captar a participação e atenção dos visitantes, para uma nova forma de apresentação de arte no espaço publico. Como forma de incentivar e dar a conhecer a criação artística e também o ensino das Artes na Madeira, foram convidados a participarem nesta primeira mostra alunos do programa videográfico da Licenciatura em Artes Visuais DAD (Universidade da Madeira) com curadoria do professor doutor Pau Pascual. São curtas-metragens e exercícios videográficos selecionados e produzidos nas disciplinas de Vídeo, da Universidade da Madeira.
Instalação FLOWERS OF WAR
A associação Move– Associação Cultural, Criativa e Artística da Madeira apresenta o projeto criativo FLOWERS OF WAR, com inauguração no próximo dia 28 de abril, às 16 horas, no cruzamento da Praceta Padre Gabriel Olávo Garcês, na cidade de Santa Cruz.
Com produção da MOVE e direção criativa de Filipa Jasmins Freitas, este projeto foi idealizado através de um desafio criativo proposto pelo Município de Santa Cruz e o seu departamento de cultura, para ser mostrado ao público, durante as festividades da semana Santa Cruz Em Flor.
FLOWERS OF WAR tem como principal objetivo, permitir a reflexão e o despertar de um pensamento mais crítico das ações humanas. Esta é uma forma de fazer lembrar todos os que sofrem com as guerras, passadas e presentes, e como as suas vidas se transformaram apanhadas pelas vontades e caprichos sem sentido. Não podemos deixar que o sentimento de indiferença de uma guerra distante, se instale, que se torne uma banalização do sentido da vida, e que se deixe de ter compaixão pelo próximo, mesmo que estejamos a milhares de quilómetros de distância.
A diretora criativa, Filipa Jasmins Freitas, inspira-se na antologia “Quando a primavera chegar – 10 poemas de guerra, com cunho da Casa Fernando Pessoa, que publica poesia ucraniana durante a guerra, traduzida por poetas portugueses e que se pensa na Primavera e na guerra para criar vários contos.
Outra inspiração para a forma da instalação é a simbologia presente na utilização de fitas de cores distintas. As Fitas da Consciência ou Laço Solidário, são símbolos destinados a mostrar apoio ou aumentar a consciência por uma causa. Cores e padrões diferentes estão associados a diferentes problemas. Em FLOWERS OF WAR as cores isoladas têm significados e leituras simbólicas diferentes, e no conjunto as mais visíveis são as cores da bandeira da Região Autónoma da Madeira, o azul e o amarelo, associando outras de conotação simbólica e de uso político, que inclui fitas laranja usadas na Revolução Laranja, na Ucrânia, e as fitas amarelas que nos Estados Unidos são usadas para mostrar que um familiar próximo está no exterior no serviço militar.
Em termos formais esta é uma estrutura com altura de 4m, estando as fitas a 2,50m de altura, com um formato circular de uma flor, com corpo central e pétalas à volta (vista do chão, olhando para cima).
“Pretendo que FLOWERS OF WAR seja o despertar de emoções, através de uma estrutura contruída no espaço público, com movimento de pessoas e que elas possam participar, observar, refletir e interagir com a instalação, colocando-se por debaixo da estrutura, olhando para cima, para o céu, e vendo todo o movimento nas fitas, proporcionado pela ação do vento, ora mais suave ora mais forte, criando a ilusão de estarmos entre o terrestre e o divino.”
Filipa Jasmins Freitas
Informação sobre o evento:
É uma exposição de entrada livre
Calendarização:
De 28 abril a 28 de maio de 2023 – Santa Cruz
Este projeto tem produção:
Move – Associação Cultural, Criativa e Artística da Madeira
Direção Criativa: Filipa Jasmins Freitas
Apoio Principal
Camara Municipal de Santa Cruz
Apoio Logístico
Madeira Polivalente – Estruturas Metálicas
Câmara Municipal de Santa Cruz
ARTWALK
No âmbito do protocolo de cooperação cultural celebrado entre a Secretaria Regional de Turismo e Cultura através da Direção Regional da Cultura e a MOVE, a associação apresenta 𝐀𝐑𝐓𝐖𝐀𝐋𝐊, uma exposição itinerante, em homenagem ao escultor Maurício Fernandes, que irá percorrer oito concelhos da Madeira, até dezembro de 2023.
A MOVE – Associação Cultural, Criativa e Artística da Madeira apresenta o projeto ARTWALK, que sai à rua pela primeira vez com uma homenagem ao escultor Maurício Fernandes. Uma estreia que vai acontecer no dia em que se comemora a data do seu nascimento, 𝟐𝟐 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐭𝐞𝐦𝐛𝐫𝐨, 𝐚̀𝐬 𝟏𝟖 𝐡𝐨𝐫𝐚𝐬, 𝐧𝐚 𝐛𝐢𝐛𝐥𝐢𝐨𝐭𝐞𝐜𝐚 𝐦𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝐒𝐚̃𝐨 𝐕𝐢𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞.
O projeto ARTWALK tem como principal objetivo, nesta primeira mostra, homenagear o escultor Maurício Fernandes, pelo seu percurso e contributo para o desenvolvimento da cultura e arte regional, principalmente na área do design.
Com produção da MOVE e direção artística de Sofia Fernandes, este projeto é apoiado financeiramente pela Secretaria Regional do Turismo e Cultura.
O convite foi feito a vários artistas e criativos de diferentes áreas de expressão, a participarem nesta homenagem, que de algum modo tiveram contacto com o escultor Maurício Fernandes, quer porque foram seus colegas, amigos ou alunos.
Esta primeira mostra da ARTWALK conta com a participação dos artistas: 𝑪𝒂𝒓𝒍𝒐𝒔 𝑪𝒐𝒔𝒕𝒂, 𝑬𝒖𝒓𝒊𝒄𝒐 𝑺𝒂𝒏𝒕𝒐𝒔, 𝑬𝒗𝒂𝒏𝒈𝒆𝒍𝒊𝒏𝒂 𝑺𝒊𝒓𝒈𝒂𝒅𝒐 𝒅𝒆 𝑺𝒐𝒖𝒔𝒂, 𝑭𝒊𝒍𝒊𝒑𝒆 𝑨𝒏𝒕𝒐́𝒏𝒊𝒐, 𝑮𝒓𝒂𝒄̧𝒂 𝑩𝒆𝒓𝒊𝒎𝒃𝒂𝒖, 𝑮𝒖𝒊𝒍𝒉𝒆𝒓𝒎𝒆 𝑭𝒆𝒓𝒏𝒂𝒏𝒅𝒆𝒔, 𝑳𝒖𝒊́𝒔 𝑭𝒊𝒍𝒊𝒑𝒆, 𝑴𝒂𝒇𝒂𝒍𝒅𝒂 𝑮𝒐𝒏𝒄̧𝒂𝒍𝒗𝒆𝒔, 𝑹𝒊𝒄𝒂𝒓𝒅𝒐 𝑺𝒐𝒖𝒔𝒂, 𝑹𝒊𝒄𝒂𝒓𝒅𝒐 𝑽𝒆𝒍𝒐𝒛𝒂, 𝑹𝒊𝒕𝒂 𝑹𝒐𝒅𝒓𝒊𝒈𝒖𝒆𝒔 𝒆 𝑻𝒆𝒓𝒆𝒔𝒂 𝑱𝒂𝒓𝒅𝒊𝒎.
Associada à instalação artística que vai marcar a sua presença ao público em vários concelhos da RAM – Região Autónoma da Madeira, estará igualmente aberta ao público uma exposição de vários trabalhos realizados pelo escultor Maurício Fernandes, nos diversos núcleos culturais de cada um dos concelhos, por onde esta mostra irá passar.
Entrada é livre.
Calendarização das exposições:
De 22 setembro a 31 de outubro de 2022 – S. Vicente
De 4 novembro a 31 de dezembro de 2022 – Santana
De 10 de janeiro a 17 de fevereiro de 2023 – Machico (Solar do Ribeirinho)
De 1 de abril a 1 de maio de 2023 – Porto Moniz (Centro de Ciência Viva)
De 7 de maio a 16 de junho de 2023 – Porto Santo
De 25 de junho a 25 de agosto de 2023 – Santa Cruz (Casa da Cultura – Quinta do Revoredo)
De 22 de setembro a 31 de dezembro de 2023 – Funchal (Quinta Magnólia – Centro Cultural)